segunda-feira, 6 de abril de 2009

Textos Dissertativo, Descritivo e Narrativo

TEXTO DISSERTATIVO:

"Nem Toda a Loucura é Genial"

[...]Com um grão de sal, pode-se afirmar que Roda Viva é o momento tropicalista na carreira de Chico Buarque. Tal como foi encenada, a peça acabou sendo muito mais uma obra de José Celso Martinez Corrêa e do Teatro Oficina do que de seu autor. (LIMPAR ESTAS "TAGS" DE HTML, OK?)Chico, porém, deu sua chancela - acompanhou todo o processo e não desaprovou o resultado. A ele interessava de alguma maneira ver seu nome ligado à selvageria cênica que resultou da montagem. Funcionava um pouco para confundir a imagem apolínea, de bom moço e jovem gênio, que havia cristalizado em torno de si sobretudo depois do sucesso de "A Banda". "Antes que brigassem com o Chico, já briguei com ele", disse mais tarde, numa entrevista do início dos anos 70[...]

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u361630.shtml (Texto sobre a Peça Roda Viva de Chico Buarque)

Justificativa: Este texto dissertativo tem como objetivo expor um ponto de vista do autor sobre a peça do escritor, com base a informações sobre os bastidores da peça e informações já conhecidas do escritor.


TEXTO DESCRITIVO:


Chico Buarque de Holanda, a Biografia:

“Chico morou dois anos em Roma...
Aos oito inventava marchinhas de Carnaval...
Foi campeão de futebol de botão várias vezes...
A banda foi a canção que mais lhe trouxe dinheiro...
Quando pequeno comungava todos os dias e virou católico fervoroso...
Sonhava ser cantor de rádio e imitava João Gilberto...”

Compositor, intérprete, poeta e escritor, Chico Buarque é hoje uma referência obrigatória em qualquer citação à música brasileira dos anos 60 pra cá. Sua influência é decisiva em praticamente tudo que aconteceu musicalmente no Brasil nos últimos 35 anos, pelo requinte melódico, harmônico e poético que suas obras apresentam.

Filho do historiador Sergio Buarque de Hollanda, morou em São Paulo, Rio e Roma durante a infância. Desde criança teve contato em casa com grande personalidades da cultura brasileira, como Vinicius de Moraes (que viria a se tornar seu parceiro), Baden Powell e Oscar Castro Neves, amigos dos pais ou da irmã mais velha, Miúcha, também cantora e violonista.[...]


Fonte: http://www.chicobuarque.com.br/


Justificativa: Este texto descreve brevemente a vida e obra do já afirmado poeta, escritor, compositor e interprete Chico Buarque de Holanda, é só um fragmento mas que descreve bem o artista. A descrição tem sido normalmente considerada como uma expansão da narrativa. Sob esse ponto de vista, uma descrição resulta frequentemente da combinação de um ou vários personagens.


TEXTO NARRATIVO:


Cristovam, pegue o boné e vá pra casa. "Abaixo o povo, viva a elite!"

Um "texto de formação" para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que, coitado!, ainda não entendeu o regime democrático. E, se não entendeu até agora, esqueçam. Não dá mais tempo.

Suponho que esteja tentando ser, a um só tempo, irônico com as críticas generalizadas ao Congresso e também crítico aos desmandos do Legislativo. Nos termos em que se expressa, no entanto, consegue se mostrar, no máximo, tolo. Seu discurso, aliás, é uma evidência da assustadora mediocridade do Parlamento. Mas nem assim se justificaria o seu fechamento. Uma democracia é obrigada a conviver até com a bobagem.

[...]Errou, senador!
Errou feio!
Seria golpe, sim. O senhor tire o bloquinho do bolso e anote aí o que Tio Rei vai dizer — Tio Rei não se importa de aprender com os moços ou de ensinar aos velhos: nem o povo tem legitimidade para fraudar a essência da democracia. Pense, senador, por exemplo, nas cláusulas pétreas da Constituição. Não podem ser mudadas, como o senhor deve saber, por emenda constitucional ou por qualquer outro instrumento. Só uma Constituinte poderia alterá-la. E uma Constituinte requer rompimento da ordem.
[...]


Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/ Blog do Reinaldo Azevedo colunista da revista Veja. (crônica critica a postura do Senador Cristovão Buarque)


Justificativa: Este texto é uma crônica que a característica primordial é que no caso da crônica é narrado fatos do dia-a-dia, relatam o cotidiano das pessoas, situações que presenciamos e muitas vezes é a ironia e o sarcasmo está presente no desenrolar do texto. O Autor construiu um texto criticando e ironizando a atitude do Senador, tentando chamar a atenção do publico alvo para o ocorrido.


Grupo Art Nouveau: Henrique Rosa, Rafael Lages, Tiago Gerken, Breno Rattis.

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